quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
O Jogo
Natureza – Coca-Cola – sente-se cada respiração das árvores das gotas de chuva.
Pátria – coração – um conjunto de sofrimento, só pelo poder de ganhar.
Dança – Alma – tu consegues sentir cada movimento com a paixão necessária.
Teatro – mágico – a presença, o olhar, o calor do nervosismo, tudo faz sentido.
Noite – escuro – misteriosa, a noite agarra-te sem te dares conta.
Amor – esquisito – não há definição, nem precisa de haver, acontece se tiver que acontecer.
Amizade – "putas" – é o apoio indispensável do ombro amigo frágil.
[Sente-se cada ramagem das árvores, das gotas do leito.]
[um conjunto de amor, mata por ganhar]
[Tu consegues sentir cada que, e soltas o necessário]
[E não, sem ti, o calor do nervosismo não é possível.]
[tudo na noite consegue ser cerrado sem te dares conta]
[não há translúcido, e não precisa de haver o ontem.]
[é o apoio por doença do ombro amigo.]
Um conjunto de amor que mata por ganhar – esquisito
Tu consegues sentir cada que, e soltas o necessário – alma
E não, sem ti, o calor do nervosismo não é possível – coração
Tudo na noite consegue ser cerrado sem te dares conta - mágico
Pátria – coração – um conjunto de sofrimento, só pelo poder de ganhar.
Dança – Alma – tu consegues sentir cada movimento com a paixão necessária.
Teatro – mágico – a presença, o olhar, o calor do nervosismo, tudo faz sentido.
Noite – escuro – misteriosa, a noite agarra-te sem te dares conta.
Amor – esquisito – não há definição, nem precisa de haver, acontece se tiver que acontecer.
Amizade – "putas" – é o apoio indispensável do ombro amigo frágil.
[Sente-se cada ramagem das árvores, das gotas do leito.]
[um conjunto de amor, mata por ganhar]
[Tu consegues sentir cada que, e soltas o necessário]
[E não, sem ti, o calor do nervosismo não é possível.]
[tudo na noite consegue ser cerrado sem te dares conta]
[não há translúcido, e não precisa de haver o ontem.]
[é o apoio por doença do ombro amigo.]
Um conjunto de amor que mata por ganhar – esquisito
Tu consegues sentir cada que, e soltas o necessário – alma
E não, sem ti, o calor do nervosismo não é possível – coração
Tudo na noite consegue ser cerrado sem te dares conta - mágico
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
A carta sombra
Vejo que a carta está queimada, no delinear das palavras indesejadas.
Sombras no quarto amaldiçoado, percorrem as paredes sujas. Procuram vida na morte, procuram vida nas palavras queimadas, nos pontos riscados pela caneta antiga.
A carta voa, arrasta-se pelo chão. É levada pela sombra que perdeste quando abriste a caixa. Aquela caixa miragem.
Agora a sombra existe. A carta não.
Agora a carta está queimada.
[Baseado na carta nº27 do baralho cigano]
Sombras no quarto amaldiçoado, percorrem as paredes sujas. Procuram vida na morte, procuram vida nas palavras queimadas, nos pontos riscados pela caneta antiga.
A carta voa, arrasta-se pelo chão. É levada pela sombra que perdeste quando abriste a caixa. Aquela caixa miragem.
Agora a sombra existe. A carta não.
Agora a carta está queimada.
[Baseado na carta nº27 do baralho cigano]
domingo, 21 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Sem Sentido
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Poema
"Ao longe, ao luar
No rio uma vela,
Serena a passar,
Que é que me revela?
Não sei, mas meu ser
tornou-se-me estranho,
E eu sonho sem ver
Os sonhos que tenho.
Que angústia me enlaça?
Que amor não se explica?
É a vela que passa
Na noite que fica."
No rio uma vela,
Serena a passar,
Que é que me revela?
Não sei, mas meu ser
tornou-se-me estranho,
E eu sonho sem ver
Os sonhos que tenho.
Que angústia me enlaça?
Que amor não se explica?
É a vela que passa
Na noite que fica."
Fernando Pessoa
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