sexta-feira, 23 de julho de 2010

Ida talvez sem Volta


Vai, vem, beija, abraça, e vai.
Vem, consola, chora-se, beija-se, abraça-se, e vai.
Vem, desculpa, precisa, fica, consola, chora, beija, abraça, e vai.

Vê-se a ir, e a voltar e a ir novamente.






Espera-se que alguém volte [outra vez] e fique [até um dia].

domingo, 18 de julho de 2010

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Mácula


Um dia acordou e já não estava.
Foi um sonho imaculado.
Onde não existia o “não” nem o contágio dos outros.
Onde não existia o que a mácula revela.
O sonho trás o que há medo de pensar.
E em sono profundo,
O que mais se deseja.

Quanto tempo resta?

Quanto tempo é mais preciso?

segunda-feira, 5 de julho de 2010

E no dia depois de amanhã?

Os fragmentos são nítidos, mas as respostas não existem.