O mundo naquele quarto, foi como uma noite que não terminava com uma madrugada de ametista mais bonita que tudo.
A verdade é que estávamos a seguir uma espécie de pratica ascética, nós os dois, de uma modo natural, como se respirássemos sem hesitações. E sem porquês, sei que éramos, em pequenos momentos, apenas um.
Íamos investigando formas de perpetuar a juventude que – somos obrigados a dize-lo – não dura eternamente.Nós os dois.
sexta-feira, 11 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
um pequeno doce (parte II)
disse-lhe:
"Eu poderia sentir-me grande e estar à altura. Poderias tu, sentir-te pequeno e estar na mais infindável cabana de loucuras. Poderíamos estar os dois no mesmo caminho como bêbedos embebidos de felicidade. Poderíamos até nem ser nós próprios por um dia, e aí o dia, teria mais do que simples 24horas."
"Eu poderia sentir-me grande e estar à altura. Poderias tu, sentir-te pequeno e estar na mais infindável cabana de loucuras. Poderíamos estar os dois no mesmo caminho como bêbedos embebidos de felicidade. Poderíamos até nem ser nós próprios por um dia, e aí o dia, teria mais do que simples 24horas."
um pequeno doce

disse-lhe:
"Não era bonito?
pensa comigo.
Poderia ser bonito de tantas e de variadas maneiras. Podia ser bonito no dia mais escuro do ano. Podia ser bonito na noite mais maravilhosa da história da humanidade. Era bonito à nossa maneira, mas era. Bastava que ambos sentissem. Vamos tentar? Escolhes tu o primeiro lugar."
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