Sem Sentido
sábado, 27 de novembro de 2010
por ser quem és
Os raios de sangue dos teus olhos começaram a crescer, e entre eles um mar sem cor.
Entre longos segundos percorreu o único caminho imaculado da tua face, e mais tarde quebraste o reflexo que te vazia, num acto de fracasso.
1 comentário:
someone
7 de dezembro de 2010 às 01:51
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