segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

parte II

A sala de espera estava cada vez mais fria. Aquele sol gelado batia-me no rosto bombardeando cada expressão.
Naquele espaço ocupado apenas por mim, não haviam lembranças, apenas premonições incertas, uma vontade de apagar-me e ver-te, que nem mesmo a ti te lembra.
Escrevo-te, por mim, para mim, mesmo que as noites mal dormidas se tornem permanentes.

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