Sem Sentido
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
inocência de um corpo
O silêncio acomodou-se perto da janela principal da casa,
e o que parecia ser o fim da sonoridade dos corpos,
tornou-se em gestos calmos num lençol sem cama figurada.
Mais uma palavra e a noite não era mais do ninguém.
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