Por vezes emerges-te numa superfície de imbecilidade e esqueceste quem está do outro lado do muro. Fechas os olhos para uma possível afeição, só os abres se precisares. assim, e sem explicação, vejo ondas variantes de inúmeras faces.
Quem és tu afinal? O que queres de mim?
Matas-me aos bocadinhos com algum amor pelo meio. Tens a capacidade de construir sonhos. Também os eliminas.
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