Dá-se o nome de “segurança” a um composto de várias estruturas sólidas, em sentido figurativo, cujas se constroem ao longo de um determinado período de tempo. A questão resume-se às várias quebras, às várias formas que por ela colidem. Não se simplifica a uma constante mudança, em constante construção. Há sempre alguém que destrói o que ainda não está construído, do seu lugar de origem. Esse alguém devia desfrutar as pequenas peças que o envolvem e acreditar numa máscara, mesmo que haja alguém por detrás dele. Esse alguém não quer mais ser ninguém, sem perceber se já o é, ou alguma vez o foi.
Sem querer, e talvez longe do esqueleto real, acabo assim de contar uma estória sem inicio, com um final inexistente.
quarta-feira, 7 de março de 2012
esqueleto
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