Alguém no silêncio da noite.
Passos mudos, respirar surdo, a procurar um regresso.
Encontra-se sozinha numa estrada fria.
Por capricho da noite, afunda-se em seres desconhecidos, nunca antes vistos, repletos de ruídos em cada encruzilha.
Numa luz suprema os passos tornam-se expressivos, o respirar cada vez mais audível e o encontrar do regresso cada vez mais próximo.
Todos presentes, ninguém por perto.
Por turbulência quebrada,
A rua torna-se deserta,
E o silêncio da noite permanente.
E novamente,
O nada aproximado de um vazio.
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