Uma folha verde desgastada, encostada no meu ombro.
Marcada por sentidos opostos no delinear de gestos outrora teus.
Tão sentidos, parecendo quase reais na altura. Tão teus, tão meus.
Tão nossos.
Num berço real construído por palavras deixadas para trás.
Palavras que talvez, ainda permaneçam no hoje, ao meu ouvido.
E ainda que se arrastassem em arestas tão pouco desenhadas, gastas com o passar de um tempo inexistente.
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