quarta-feira, 27 de abril de 2011

uma noite para...

Algumas das palavras morreram onde nasce o sorriso da maior sanguessuga. Outras mantêm-se onde nasce o brilho das paisagens rasgadas.
Dentro da noite os sonhos apagam-se como se por magia.
E a luz do cigarro acende-se no fim da rua, enquanto te escorre saliva pelos lábios pouco vermelhos.
A cor dos dias zumbiu à volta da cabeça e os dias de inspiração aparecem e desaparecem nas luzes frágeis dos candeeiros das cidades.
Pela última noite. Até uma morte lenta cair de um abismo.
E a página em branco componha as letras que lá escreverei.

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