sexta-feira, 9 de setembro de 2011

desassossego

Dou por mim longe de certos factos, sorrindo perante outros.
Nunca desejei um país de silêncios, mas sim o oposto - de chuvas doces.
“Caberá o mar dentro da tua ausência?"
o vento esqueceu-se de me trazer o aroma que me era apaixonado. E mesmo assim agradeço.
Mais um dia… e outro… e vejo-os a passar por entre os dedos.
Os poemas vão desaparecendo no desassossego da idade.
E a dor de qualquer coisa vazia regressa.

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